London *28.1.07*


biografia1

Em 1997 Carl encontrou uma estudante chamada Amy-Jo Doherty e eles acabaram dividindo um "squat" (sei la q porra eh essa) na margem do rio Thames. Ela contou pro Carl sobre seu irmao mais novo, Peter, que era, disse ela, um poeta. E contou pro seu irmao Peter sobre o maravilhoso guitarrista om a qual ela estava dividindo um squat. Peter, entao com apenas dezessete, estava afiado para encontrar esse genio da guitarra com uma inclinacao aos filmes de David Niven. Ele soava como o tipo de pessoa com quem ele poderia fazer uma alianca. Peter adorava The Smiths e lhe agradava a ideia de, como Morrissey, simplesmente enontrar um genio e fazer a diferenca.
(...)
Finalmente depois de se manter numa bolha de Hancock, Queens Park Rangers Futebol Club e poesia, ele se encontraria com alguem com quem poderia se relacionar. O fedor do sujo Thames atravessava a janela aberta enquanto Amy-Jo se aprontava pra uma conferencia. Ela pediu pro Carl cuidar de seu irmao enqt ela estava longe.
Carl poe sua cabeca atraves da porta e ve Peter olhando pra fora da janela. Carl travou o cheiro do quarto, que supos estar vindo de Peter - aquilo era o cheiro de urina. 'Maravilha', pensou Carl, 'Ele nao eh um poeta, ele eh incontinencia em uma jaqueta de plastico.' Mas ele lutou contra o cheiro e voltou para ver o 'poeta'.
(...)
Carl era um guitarrista talentoso que facilmente se entendiou das melodias do Oasis que seus colegas de escola sempre pediam para ele tocar. Peter nao era mais que bom na guitarra mas sabia que poderia ser melhor. Peter pediu para que Carl o ensinasse os acordes de 'This Charming Man', The Smiths. Ao inves disso, Carl pegou a guitarra e comecou a tocar 'This Charming Man' do Blur. Ele nunca tinha ouvido The Smiths. Peter estava inquieto porque Carl nao estava embebido na musica alternativa da maneira que ele estava, mas logo reconheceu que esse era o "mais".

PETER:' Isso te mostra o quanto ele conhecia sobre musica britanica. Mas eu comecei a gostar dele por isso.'

Carl adorava a visao escura de The Velvet Underground, The Jam, The Doors e da virtuosidade da guitarra de Django Reinhardt. Peter amava The Smiths, Suede e Chas & Dave. Peter, como seu pai, adorava futebol e QPR; Carl tinha pouco a ver com futebol. Peter era franco, falante, confidente e tendia a exaltar o seu talento; Carl era timido e constantemente duvidava do su talento. Eles viram um no outro alguma coisa que eles procuravam. Em minutos essa proximidade se derramou em competitividade e briga.
Carl nao podia acreditar que esse talento precoce fosse um ano mais novo que ele. Ele (Pete) era esperto e embora nao pudesse tocar tao bem, tinha ideias intoxicantes. Peter estava igualmente golpeado. Ele tinha encontrado seu contraste, um polo oposto em muitos aspectos. Eles viram um no outro uma forma de fulga. Carl tinha perdido a fe em habilidades universitarias para fornece-lo com o ímpeto que necessitava e tinha desistido consideravelmente de tocar guitarra. Peter viu em Carl um jeito de escapar da sua monotona existencia de filho-de-major e criar uma sociedade para rivalizar seus herois do The Beatles Lennon/McCartney, do The Smiths Morrissey/Marr e do Suede Anderson/Butler.
Tipicamente para jovens rapazes, montar uma banda, escrever musica e tocar tem como significado um fim: fama, fortuna e mulheres. Em contrate, esse par estava mais preocupado em escrever grandes musicas e se tornar rivais de seus herois.
(...)
Peter comecou a visitar sua irma regularmente e ele e Carl ficavam juntos a noite inteira, tocavam guitarra e conversavam. Peter tinha que voltar para casa no final da noite mas ficava obcecado pela proxima vez q eles poderiam se reunir e tocar de novo.
Eles fizeram um pacto para arremessar a si mesmos pela eternidade. Carl disse para Peter: 'Eh topo do mundo ou fundo do poco'. E era isso, nao tinha mais volta.
(Peter e Carl vieram fazer faculdade como uma forma de escapar para Londres pq ate entao moravam no interior.. mas o Pete abandonou o curso de literatura inglesa no primeiro ano e o Carl abandonou o dele (Drama) no segundo ano.)

CARL: Eu nao quis ser um fantasma na sociedade de outras pessoas, onde nao tem tempo ou direcao... apenas indo na correnteza. Eu nao quis comer feijao fora de uma lata numa solitaria kit net em frente de uma tela de TV tremula. Eu nao quis ser o homem que "poderia" mas nao foi, isso eh o que o Peter disse pra mim numa tentativa de me inspirar."
PETER: Carl me salvou, essencialmente. Ele olhou depois de mim, depois que eu deixei a escola. Ele estava obcecado com a ideia de ficar velho e sozinho assistindo tv. "Death on the Stairs", nos chamos isso.


PS: Espero estar inspirada no proximo fds pra a dar outras provas de que o Peter eh so um menino, mas de bobo nao tem NADA. Eu adoro isso nele.. um bom menino, mas calculista.. sabe o que quer e quer sempre ser o melhor. Se vcs acham q td o que eu mostro pra vcs q ele tem feito eh abslutamente natural, vao comecar a mudar de ideia pq eu apostaria minha vida que o plano de estar a altura de seus idolos, de mergulhar definitivamente na eternidade nunca vai acabar. Mas ele vai alem disso, como ja disse tantas vezes.

PS2: Domingo escrevo mais sobre a biografia, espero.

What became of the Lakely Lads?
What became of the dreams we had?
What became of forever?


PS3: Da pra comentar nessa porra? quero saber o sentimento, a reacao de vcs. Tlvz nao valha a pena o esforco.. eu nao sou adivinha.


por Penny Lane | 4:44 PM |
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